segunda-feira, 21 de janeiro de 2013
Collegamento Janeiro 2013
sexta-feira, 11 de janeiro de 2013
Escola Nacional 2013
Aconteceu dos dias 03 a 10 de janeiro, no Centro Mariápolis Ginetta, em Vargem Grande Paulista, São Paulo, a Escola Nacional 2013. Esse ano contamos com a graça e a presença de dois sacerdotes da Obra de Maria: Hubertus Blaumeise, responsável pelos padres focolarinos e pelo Centro Gen's, e também de Tonino Gandolfo, responsável pelos padres voluntários da Obra.
A Escola foi iniciada no dia 03 com a missa na Igreja de Jesus Eucaristia, na Mariápolis Ginetta. Logo após, Hubertus e Tonino fizeram a primeira colocação sobre o que seria a Escola. Também os responsáveis pela Mariápolis Ginetta, Gehilda e Dorival fizeram um breve e singela acolhida aos sacerdotes, diáconos e seminaristas presentes na Escola.
No sábado, dia 05, o tema central foi Escolha de Deus, sob a meditação da Palavra de Vida: "Não fostes vós que me escolhestes, fui eu que vos escolhi" (Jo 15,16). Tonino apresentou alguns trechos da vida de Chiaretto (Padre Pasquale Foresi) sobre o tema da Escolha de Deus. Mais tarde, os grupos reuniram-se novamente para a partilha. Na parte da tarde, aconteceu uma mesa redonda em cima de perguntas feitas pelos grupos de partilhas dos gen's e dos sacerdotes e diáconos. No programa da noite, os padre Rui e Tom falaram de suas experiências sobre o tema A Força da Palavra e, depois, um vídeo de Chiara Lubich apresentou a realidade de Jesus em meio como uma nuvenzinha e interpelou que todos temos que estar nesta nuvenzinha. Após o jantar, um vídeo de entrevista com o padre Pepe apresentou Os inícios do Movimento Sacerdotal no Brasil.
O domingo, dia 06, trouxe como tema aquele que é o tema do ano: O Irmão. A Palavra de Vida para esse dia: "... A mim o fizestes" (Mt 25,40). Nesse sentido, foi apresentado o vídeo com o tema do ano. Após o vídeo, os gen's, padres e diáconos se dirigiram a uma chácara onde passaram a tarde confraternizando-se e, mais à noite, no Centro Sacerdotal, gen's e padres que foram gen's partilharam de suas experiências e de suas vidas de unidade.
No dia 07, segunda-feira, o tema central foi o de Jesus em meio, trazendo a Palavra de Vida do dia: "Queremos ver Jesus" (Jo 12,21). Neste dia foi visto um DVD com o Tema Síntese sobre Jesus em meio, com alguns acenos aos 50 anos do Concilio Vaticano II, sob apresentação de Hubertus. Após esse momento, os grupos refletiram sobre a seguinte questão: "Fraternidade no presbitério - luzes e sombras". O casal Darlene e Modesto apresentaram sua experiência sobre Jesus em meio e, mais tarde, o padre Mario Spaki apresentou algumas perspectivas do Documento de Aparecida sobre células ambientes, o que também contou com a riquíssima experiência de Silvia, Dinha e Calu sobre suas experiências sobre células ambientes. A noite foi encerrada em grande estilo com um momento de Adoração ao Santíssimo Sacramento na Igreja de Jesus Eucaristia.
Na terça-feira, dia 08, foi apresentada a Obra Hoje, sob a luz da Palavra de Vida do dia, que dizia: "Constituiu doze... para que estivessem com Ele" (Mc 3,14). Gehilda e Dorival, delegados da Região Ginetta, foram quem apresentou essa realidade, colocando também sua exposição sempre no plano de um diálogo. Após o vídeo O Brasil de Chiara, Tonino e Hubertus apresentaram as duas vocações presentes em todos os setores da Obra: os focolarinos e os voluntários e apresentaram o tema do sacerdócio focolarino e do sacerdócio voluntário na sua unidade e distinção. Na parte da tarde foram feitas visitas às várias realidades da Mariápolis Ginetta e também ao Polo Spartaco. Também alguns sacerdotes voluntários e alguns sacerdotes focolarinos apresentaram suas experiências e, logo em seguida, seguiu-se uma video conferência com os padres Helio e Miguel, que estão no Centro Gen's, na Itália, através do Skype. E, após o jantar, aconteceu uma fantástica Noite Cultural, preparada pelos habitantes da Mariápolis Ginetta, pelos padres e pelos gen's. Ao final, foi visto um vídeo de Ginetta contando do nascimento da Mariápolis Ginetta, que completou 40 anos.
A quarta-feira, dia 09, já trazia um gostinho de saudades pelo fim da Escola. No entanto, todos procuraram viver o momento presente sob o tema de Jesus Abandonado e sob a Palavra de Vida do dia: "Tendo-os amado, amou-os até o fim" (Jo 13,1). Contamos, neste dia, com experiências riquíssimas de Jesus Abandonado contadas por Hubertus e Tonino, Edilson, Gusmão e pelo focolarino Jorge. Um vídeo de Ginetta sobre Jesus Abandonado também nos ajudou a entender um pouco mais sobre esse tema tão maravilhoso e tão rico para a Espiritualidade do Ideal.
E o dia 10, quinta-feira, encerrou-se magnificamente com as palavras de Tonino e Hubertus sobre o tema de Chiara de que A Ordem de Maria não vive para si, mas para a Igreja. Diversos gen's, sacerdotes e diáconos contaram suas experiências sobre os dias da Escola e o quanto o Ideal da Unidade deve ser levado adiante. O encerramento do Encontro foi com chave de ouro, com a missa presidida por Hubertus e concelebrada por Tonino e os demais sacerdotes presentes na Escola. E que venha mais!
segunda-feira, 16 de abril de 2012
COMO FAZER PARA "AMAR A TODOS"?
terça-feira, 3 de abril de 2012
sexta-feira, 2 de março de 2012
Experiência dos gen's de Anápolis - GO
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
A Humildade (Padre Foresi)

Viver a humildade significa simplesmente aceitar a ser aquilo que se é. E todos nós somos pecadores.
A mim pareceu pleno de sabedoria e muito me ajudou a vivê-la o esquema de São Bento, que poderia ser sintetizado da seguinte forma.
O primeiro passo para se alcançar a humildade é aceitar as humilhações, as mortificações. Pode acontecer, por exemplo, que alguém fale mal de você, que pode ser no escritório, no teu ambiente de trabalho, talvez possa existir alguma incompreensão com uma outra pessoa, ou até mesmo uma verdadeira calúnia... É necessário saber aceitar estas tribulações e dificuldades.
O segundo passo é o de amar essas humilhações, o que significa já alguma coisa a mais do que simplesmente aceitar.
Isto pode servir para nós, que doamos a nossa vida pelos outros, quando, por exemplo, surgem na comunidade acusações, julgamentos, principalmente por parte daquelas pelas quais nós as ajudamos. Quase sempre são críticas que, sem dúvida, têm algum quê de verdade, mas são ao que nos parecem exageradas. É difícil amar a tais humilhações, mas é muito importante que o façamos, pois é o que nos ajudará a crescer na vida de Deus.
O terceiro passo é o de preferir as humilhações: não só amá-las, mas ficar contentes por elas. Isto se dá, quando, por exemplo, alguém fala mal de ti e você diz: “É uma graça de Deus que eu estou recebendo neste momento...”. Este é o grau máximo ao qual todos devemos ter como meta, porque nos coloca naquela humildade que nos aproxima cada vez mais de Jesus e de Maria.
As calúnias, sem dúvida, na medida do possível, devem ser esclarecidas, mas sempre com desapego, vivendo o Evangelho, que nos diz, por exemplo: “Felizes sois, quando mentindo disserem todo mal contra vós por causa de mim. Alegrai-vos e regozijai-vos, porque será grande a vossa recompensa nos céus” (Mt 5, 11-12).
Viver a humildade é verdadeiramente fundamental também na espiritualidade da unidade. Porque uma das causas profundas da faltas de unidade é a ausência de humildade.
Cada um de nós tem qualidades positivas e aspectos deficitários. Se defendermos os nossos aspectos positivos sem colocar em seu devido lugar os negativos, entraremos em choque com os outros. A unidade é possível somente se somos livres e completamente desapegados de tudo.
Alguém que queira se defender a todo custo de algo que lhe possa parecer correto, certamente nem sempre o fará de modo equilibrado, porque a sua maneira de julgar estará contaminado pelo amor próprio, pelo apego, às vezes inconsciente, ou até mesmo pode ser alguma coisa que o impede de ver completamente a luz de Deus.
A humildade, entretanto, se torna necessária, sobretudo quando um responsável da comunidade nos repreende de uma forma que nos pareça não muito adequado. Neste caso é preciso ter muito cuidado, porque mesmo por baixo de alguma avaliação não completamente precisa, ou até mesmo pouco feliz no seu modo de exprimir-se, quase sempre pode existir uma verdade preciosa para nós e o fato de não acolhê-la nos impedirá de crescer.
A mesma coisa poderá acontecer com as pessoas em relação às quais devemos exercer alguma responsabilidade. Quando nos dizem algo que não conseguimos aceitar a tendência humana natural seria a de nos justificarmos.
Pelo contrário, nestes casos, devemos sempre procurar escutar, ser humildes, reconhecer aquilo que nos dizem e quando houver razão procurar corrigir-se. Logicamente será necessário saber distinguir a autoridade, a função à qual fomos chamados a exercer, da nossa pessoa, entretanto, o importante é ter a humildade para com todos, porque somente assim se conseguirá realizar a verdadeira unidade.
Podemos detectar que, quase sempre, nas faltas de humildade se encontra uma das causas radicais da desunidade com Deus e com os próximos Quando existe desunidade, vocês poderão ver que existe sempre por trás a soberba, algum apego a si mesmo, ou de certo modo uma certa forma de não-humildade.


