“Cristo, único fundamento da Igreja.” (Cf. 1Cor 3,11)

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Palavra de Vida - Fevereiro 2013

O apóstolo João escreve às comunidades cristãs por ele fundadas, num momento em que passavam por sérias dificuldades. De fato, começavam a insinuar-se as heresias e as falsas doutrinas em matéria de fé e de moral e, além do mais, os cristãos tinham de viver num ambiente pagão, duro e hostil ao espírito do Evangelho.
Querendo ajudá-los, o apóstolo lhes indica o remédio radical: amar os irmãos, viver o mandamento do amor recebido desde o início, no qual ele considera resumidos todos os mandamentos.
Agindo assim, os cristãos conhecerão o que é “a vida”, isto é, serão introduzidos cada vez mais na união com Deus, farão a experiência de Deus Amor. Passando por essa experiência, serão confirmados na fé e poderão enfrentar todos os ataques, sobretudo em tempos de crise.
“Sabemos que passamos da morte para a vida, porque amamos os irmãos”.
“Sabemos…”. O apóstolo se refere a um conhecimento que vem da experiência. É como se dissesse: nós experimentamos isso, nós o tocamos com as mãos. É a experiência que fizeram os cristãos por ele evangelizados, quando se converteram; ou seja: quando se coloca em prática os mandamentos de Deus, em particular o mandamento do amor para com os irmãos, se entra na própria vida de Deus.
Mas será que os cristãos de hoje conhecem essa experiência? Certamente eles sabem que os mandamentos do Senhor têm uma finalidade prática. Jesus insiste continuamente que não basta ouvir, mas é preciso colocar em prática a Palavra de Deus (cf. Mt 5,19; 7,21.24.26).
Por outro lado, o que não é ponto pacífico para a maior parte dos cristãos – ou por não saberem ou por terem disso um conhecimento meramente teórico, isto é, sem tê-lo experimentado – é esse aspecto maravilhoso da vida cristã, evidenciado aqui pelo apóstolo. Isto é: quando nós vivemos o mandamento do amor, Deus toma posse do nosso ser; e o sinal inconfundível disso é aquela vida, aquela paz, aquela alegria que Ele nos fez saborear já aqui na Terra. Então, tudo se ilumina, tudo se torna harmonioso. Não existe mais separação entre a fé e a vida. A fé torna- se aquela força que permeia e liga entre si todas as nossas ações.
“Sabemos que passamos da morte para a vida, porque amamos os irmãos”.
Essa Palavra de Vida nos diz que o amor ao próximo é o caminho régio que nos leva a Deus. Visto que somos todos filhos seus, nada Ele deseja mais do que o nosso amor aos irmãos. Não lhe podemos dar maior alegria do que aquela que lhe damos quando amamos nossos irmãos.
E, uma vez que o amor fraterno nos traz a união com Deus, ele é uma nascente inesgotável de luz interior, é fonte de vida, de fecundidade espiritual, de renovação contínua. Ele impede que no povo cristão se formem gangrenas, escleroses, estancamentos; numa palavra, ele “nos faz passar da morte para a vida”. Quando, pelo contrário, não existe a caridade, tudo murcha e morre. Então, se compreendem certos sintomas tão difundidos no mundo em que vivemos: a falta de entusiasmo e de ideais, a mediocridade, o tédio, o desejo de fugir, a perda de valores, etc.
“Sabemos que passamos da morte para a vida, porque amamos os irmãos”.
Os irmãos, aos quais se refere aqui o apóstolo, são sobretudo os membros da comunidade a que pertencemos. Se é verdade que devemos amar a todas as pessoas, não é menos verdade que esse nosso amor deve começar por aqueles que habitualmente vivem conosco, para depois se estender a toda a humanidade. Devemos, portanto, preocupar-nos primeiramente com os nossos familiares, os nossos colegas de trabalho, os membros da paróquia, da associação ou comunidade religiosa à qual pertencemos. O amor aos irmãos não seria autêntico e bem ordenado se não começasse por aqui. Onde quer que estejamos, somos chamados a construir a família dos filhos de Deus.
“Sabemos que passamos da morte para a vida, porque amamos os irmãos”.
Esta Palavra de Vida nos abre perspectivas imensas. Ela nos impulsiona na divina aventura do amor cristão, que tem desdobramentos imprevisíveis. Antes de tudo nos lembra que, num mundo como o nosso, onde se teoriza a luta, a lei do mais forte, do mais esperto, do mais inescrupuloso, e onde às vezes tudo parece paralisado pelo materialismo e pelo egoísmo, a resposta a ser dada é o amor ao próximo. É esse o remédio que pode curar o mundo. De fato, quando vivemos o mandamento do amor, não só a nossa vida se fortalece, mas tudo ao nosso redor sente a influência. É como uma onda de calor divino, que se irradia e se propaga, impregnando as relações entre as pessoas e entre os grupos, transformando aos poucos a sociedade.
Sendo assim, vamos decidir-nos! Todos nós temos e sempre teremos irmãos a serem amados em nome de Jesus. Permaneçamos fiéis a esse amor. Ajudemos muitos outros a fazer o mesmo. Assim, experimentaremos em nossa alma o que significa a união com Deus. A nossa fé se reacenderá, as dúvidas desaparecerão, não saberemos mais o que é o tédio. A vida será plena, plena.
Chiara Lubich
Esta Palavra de Vida foi publicada originalmente em maio de 1985.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Collegamento Janeiro 2013


O AMOR A JESUS NO IRMÃO
                    Caríssimos

“Nós temos uma vida íntima e uma vida exterior. Uma e outra floração; uma, da outra é raiz; uma, da outra é copa da árvore de nossa vida.
A vida íntima é alimentada pela vida exterior. O quanto penetro na alma do irmão, o tanto penetro em Deus dentro de mim; o quanto penetro em Deus dentro de mim, o tanto penetro no irmão
Deus - eu - o irmão: é todo um mundo, todo um reino..."
Mas vamos por ordem, procurando compreender bem.
"Nós temos uma vida íntima (Jesus dentro de nós) e uma exterior (Jesus no irmão). Uma é floração da outra, uma é raiz da outra".
A vida íntima, se afirma, faz com que a vida exterior floresça.
A vida exterior (com Jesus no irmão) faz florescer a vida íntima.
                Por que comparamos a vida íntima com Jesus como uma floração ou como uma copa?
A vida íntima não significa só união com Deus e nada mais?
Sim, mas essa união tem várias intensidades. Todos nós sabemos disso, porque toda pessoa tem e experimenta, muito ou pouco, a união pessoal com Deus.     
                  Mas quando é que podemos definir essa vida íntima como floração ou copa, portanto como algo rico e consistente?
                  Quando ela estiver completamente desenvolvida, no seu máximo esplendor.
Vamos dar alguns exemplos.
Se observarmos as pessoas do Movimento, principalmente algumas que já estão no Céu, ou outras que ainda são militantes na terra, mas que, ao que parece, corresponderam bem à graça do nosso Ideal, podemos constatar que elas definem muitas vezes a própria vida interior como uma grande paz, uma paz substancial, uma paz tão concreta, tão densa que - permitam-me dizer - se poderia quase "tocar". Uma paz estável e capaz de predominar sempre, de despontar de cada sofrimento, por maior e mais agudo que seja.
(…)
Mas não se trata só de paz. A floração completa, a copa da árvore da nossa vida íntima tem outras características. Por exemplo: a união com Deus é tão grande que podemos senti-la em cada instante da nossa vida.
Quando nos recolhemos, em busca de Deus, na oração ou durante o dia, Jesus, está sempre presente. Nós experimentamos isso com os sentidos da alma. Ele está ali e nos espera, para escutar o que lhe dizemos e para nos dizer (se soubermos compreender a sua linguagem silenciosa) tudo o que ele quer nos comunicar.
Esta perene presença de Jesus dentro de nós é um fenômeno, mas pode ser uma realidade. Assim como é real, mesmo se é diferente, a nossa união com o Pai, com o Espírito Santo e - não mais velada - também a nossa união com Maria, com os Santos e com os irmãos.
Portanto, paz e união com Deus, contínua e plena: dois modos de ser da floração e da copa da nossa vida íntima, mesmo se não são as únicas expressões.
Como podemos alcançá-las?
O escrito diz que a vida íntima floresce em nós, torna-se copa, a partir de uma raiz: o amor ao irmão, a Jesus nos irmãos.
"A vida íntima é alimentada pela vida exterior. O quanto penetro na alma do irmão, o tanto penetro em Deus dentro de mim.”
Podemos, portanto chegar a uma grande paz, a uma grande união com Deus, amando os irmãos, amando Jesus nos irmãos.
Quantas vezes? Muitas, inúmeras vezes. Talvez seja preciso a vida inteira.

Chiara

Apresentado originalmente em 23 de janeiro de 1996.

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Escola Nacional 2013


Aconteceu dos dias 03 a 10 de janeiro, no Centro Mariápolis Ginetta, em Vargem Grande Paulista, São Paulo, a Escola Nacional 2013. Esse ano contamos com a graça e a presença de dois sacerdotes da Obra de Maria: Hubertus Blaumeise, responsável pelos padres focolarinos e pelo Centro Gen's, e também de Tonino Gandolfo, responsável pelos padres voluntários da Obra.

A Escola foi iniciada no dia 03 com a missa na Igreja de Jesus Eucaristia, na Mariápolis Ginetta. Logo após, Hubertus e Tonino fizeram a primeira colocação sobre o que seria a Escola. Também os responsáveis pela Mariápolis Ginetta, Gehilda e Dorival fizeram um breve e singela acolhida aos sacerdotes, diáconos e seminaristas presentes na Escola.



Foram também apresentados os grupos por cada região do Brasil.

A Escola contou com a participação de 150 padres, diáconos e seminaristas das cinco regiões do Brasil. E, a cada dia, um tema era tratado e aprofundado, gerando um ambiente de unidade e de amor recíproco entre seus participantes. Foram muitos os que se dedicaram e que colocaram ao serviço dos irmãos seus diversos dons, gerando mesmo um ambiente de família sacerdotal na qual o grande protagonista era Jesus em meio.

Na sexta-feira, dia 04, o tema central dos encontros foi Deus Amor, sob a meditação da seguinte Palavra de Vida: "Vinde a sós... e descansai um pouco" (Mc 6,31), fazendo um convite para que fossem deixadas de lado as preocupações cotidianas e que, nesse vazio da alma, se pudesse entender a graça que é esse Deus Amor na vida ministerial e na vocação de cada um. O tema central ficou a cargo de Hubertus e Tonino, que contaram suas experiências e compartilharam com os demais o experimentar Deus Amor em suas vidas de pessoas e, consequentemente, em seus ministérios sacerdotais. Também o padre Capelesso contou um pouco de sua experiência de Deus Amor e de como conhecera a Espiritualidade do Ideal.

Também neste dia, um vídeo de don Silvano Cola lançou luzes também na vocação de cada um dos presentes com o tema "A luz que me figurou". Com essas experiências, os grupos se reuniram, após reflexão pessoal de cada um, para partilhar também desse momento rico do encontro com Deus Amor. 














No sábado, dia 05, o tema central foi Escolha de Deus, sob a meditação da Palavra de Vida: "Não fostes vós que me escolhestes, fui eu que vos escolhi" (Jo 15,16). Tonino apresentou alguns trechos da vida de Chiaretto (Padre Pasquale Foresi) sobre o tema da Escolha de Deus. Mais tarde, os grupos reuniram-se novamente para a partilha. Na parte da tarde, aconteceu uma mesa redonda em cima de perguntas feitas pelos grupos de partilhas dos gen's e dos sacerdotes e diáconos. No programa da noite, os padre Rui e Tom falaram de suas experiências sobre o tema A Força da Palavra e, depois, um vídeo de Chiara Lubich apresentou a realidade de Jesus em meio como uma nuvenzinha e interpelou que todos temos que estar nesta nuvenzinha. Após o jantar, um vídeo de entrevista com o padre Pepe apresentou Os inícios do Movimento Sacerdotal no Brasil. 

O domingo, dia 06, trouxe como tema aquele que é o tema do ano: O Irmão. A Palavra de Vida para esse dia: "... A mim o fizestes" (Mt 25,40). Nesse sentido, foi apresentado o vídeo com o tema do ano. Após o vídeo, os gen's, padres e diáconos se dirigiram a uma chácara onde passaram a tarde confraternizando-se e, mais à noite, no Centro Sacerdotal, gen's e padres que foram gen's partilharam de suas experiências e de suas vidas de unidade.











No dia 07, segunda-feira, o tema central foi o de Jesus em meio, trazendo a Palavra de Vida do dia: "Queremos ver Jesus" (Jo 12,21). Neste dia foi visto um DVD com o Tema Síntese sobre Jesus em meio, com alguns acenos aos 50 anos do Concilio Vaticano II, sob apresentação de Hubertus. Após esse momento, os grupos refletiram sobre a seguinte questão: "Fraternidade no presbitério - luzes e sombras". O casal Darlene e Modesto apresentaram sua experiência sobre Jesus em meio e, mais tarde, o padre Mario Spaki apresentou algumas perspectivas do Documento de Aparecida sobre células ambientes, o que também contou com a riquíssima experiência de Silvia, Dinha e Calu sobre suas experiências sobre células ambientes. A noite foi encerrada em grande estilo com um momento de Adoração ao Santíssimo Sacramento na Igreja de Jesus Eucaristia.








Na terça-feira, dia 08, foi apresentada a Obra Hoje, sob a luz da Palavra de Vida do dia, que dizia: "Constituiu doze... para que estivessem com Ele" (Mc 3,14). Gehilda e Dorival, delegados da Região Ginetta, foram quem apresentou essa realidade, colocando também sua exposição sempre no plano de um diálogo. Após o vídeo O Brasil de Chiara, Tonino e Hubertus apresentaram as duas vocações presentes em todos os setores da Obra: os focolarinos e os voluntários e apresentaram o tema do sacerdócio focolarino e do sacerdócio voluntário na sua unidade e distinção. Na parte da tarde foram feitas visitas às várias realidades da Mariápolis Ginetta e também ao Polo Spartaco. Também alguns sacerdotes voluntários e alguns sacerdotes focolarinos apresentaram suas experiências e, logo em seguida, seguiu-se uma video conferência com os padres Helio e Miguel, que estão no Centro Gen's, na Itália, através do Skype. E, após o jantar, aconteceu uma fantástica Noite Cultural, preparada pelos habitantes da Mariápolis Ginetta, pelos padres e pelos gen's. Ao final, foi visto um vídeo de Ginetta contando do nascimento da Mariápolis Ginetta, que completou 40 anos.

A quarta-feira, dia 09, já trazia um gostinho de saudades pelo fim da Escola. No entanto, todos procuraram viver o momento presente sob o tema de Jesus Abandonado e sob a Palavra de Vida do dia: "Tendo-os amado, amou-os até o fim" (Jo 13,1). Contamos, neste dia, com experiências riquíssimas de Jesus Abandonado contadas por Hubertus e Tonino, Edilson, Gusmão e pelo focolarino Jorge. Um vídeo de Ginetta sobre Jesus Abandonado também nos ajudou a entender um pouco mais sobre esse tema tão maravilhoso e tão rico para a Espiritualidade do Ideal.

E o dia 10, quinta-feira, encerrou-se magnificamente com as palavras de Tonino e Hubertus sobre o tema de Chiara de que A Ordem de Maria não vive para si, mas para a Igreja. Diversos gen's, sacerdotes e diáconos contaram suas experiências sobre os dias da Escola e o quanto o Ideal da Unidade deve ser levado adiante. O encerramento do Encontro foi com chave de ouro, com a missa presidida por Hubertus e concelebrada por Tonino e os demais sacerdotes presentes na Escola. E que venha mais!

segunda-feira, 16 de abril de 2012

COMO FAZER PARA "AMAR A TODOS"?


É necessário amar, um de cada vez, todos aqueles que estão ao nosso lado. Existirão aqueles que sofrem e então é necessário “fazer-se um” com eles, com suas dores, procurando compreender seus sofrimentos e confortá-los não somente com palavras, mas sim com fatos.
Se, por exemplo, a mãe está triste por causa de um problema familiar, devemos fazer com que ela se sinta toda a nossa solidariedade, ajudá-la nos seus trabalhos para que possa relaxar e dizer-lhe algumas palavras de conforto. Em resumo, fazer de tudo para vê-la um pouco aliviada.
Se, ao contrário, o irmão ou a irmã voltam para casa com a notícia de uma ótima nota na escola, devemos nos alegrar com eles, como se a nota fosse nossa.
Para nos ensinar a amar, a Escritura nos ensina a chorar com quem chora e se alegrar com quem se alegra.
Naturalmente, não são apenas os familiares que estão perto de nós, mas os colegas da escola, os companheiros de trabalho, os amigos de família, as pessoas que encontramos pela rua, o porteiro, o carteiro... muitas pessoas.
Então, devemos amar a todos, um por um, sabendo que Jesus considera feito a si cada pequeno ato de amor feito ao próximo...”
Rocca di Papa, abril de 1971
Voluntários de São Paulo

terça-feira, 3 de abril de 2012

sexta-feira, 2 de março de 2012

Experiência dos gen's de Anápolis - GO

Em preparação para as férias Gen’s 2012, que acontecerá na terceira semana de julho, em Anápolis, o seminarista Darlei e eu conversando sobre a mesma e como poderíamos nos preparar para as férias, sugerimos que faríamos pequenos “cofrinhos” e nele colocaríamos, sempre que possível algumas moedas.

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terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Todos nós temos consciência dos grandes desafios que a Igreja enfrenta no momento atual. O documento de trabalho em preparação ao próximo Sínodo dos Bispos sobre a nova evangelização trata desses desafios, apresentando os novos cenários que estamos vivendo.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

A Humildade (Padre Foresi)


Viver a humildade significa simplesmente aceitar a ser aquilo que se é. E todos nós somos pecadores.

A mim pareceu pleno de sabedoria e muito me ajudou a vivê-la o esquema de São Bento, que poderia ser sintetizado da seguinte forma.

O primeiro passo para se alcançar a humildade é aceitar as humilhações, as mortificações. Pode acontecer, por exemplo, que alguém fale mal de você, que pode ser no escritório, no teu ambiente de trabalho, talvez possa existir alguma incompreensão com uma outra pessoa, ou até mesmo uma verdadeira calúnia... É necessário saber aceitar estas tribulações e dificuldades.

O segundo passo é o de amar essas humilhações, o que significa já alguma coisa a mais do que simplesmente aceitar.

Isto pode servir para nós, que doamos a nossa vida pelos outros, quando, por exemplo, surgem na comunidade acusações, julgamentos, principalmente por parte daquelas pelas quais nós as ajudamos. Quase sempre são críticas que, sem dúvida, têm algum quê de verdade, mas são ao que nos parecem exageradas. É difícil amar a tais humilhações, mas é muito importante que o façamos, pois é o que nos ajudará a crescer na vida de Deus.

O terceiro passo é o de preferir as humilhações: não só amá-las, mas ficar contentes por elas. Isto se dá, quando, por exemplo, alguém fala mal de ti e você diz: “É uma graça de Deus que eu estou recebendo neste momento...”. Este é o grau máximo ao qual todos devemos ter como meta, porque nos coloca naquela humildade que nos aproxima cada vez mais de Jesus e de Maria.

As calúnias, sem dúvida, na medida do possível, devem ser esclarecidas, mas sempre com desapego, vivendo o Evangelho, que nos diz, por exemplo: “Felizes sois, quando mentindo disserem todo mal contra vós por causa de mim. Alegrai-vos e regozijai-vos, porque será grande a vossa recompensa nos céus” (Mt 5, 11-12).

Viver a humildade é verdadeiramente fundamental também na espiritualidade da unidade. Porque uma das causas profundas da faltas de unidade é a ausência de humildade.

Cada um de nós tem qualidades positivas e aspectos deficitários. Se defendermos os nossos aspectos positivos sem colocar em seu devido lugar os negativos, entraremos em choque com os outros. A unidade é possível somente se somos livres e completamente desapegados de tudo.

Alguém que queira se defender a todo custo de algo que lhe possa parecer correto, certamente nem sempre o fará de modo equilibrado, porque a sua maneira de julgar estará contaminado pelo amor próprio, pelo apego, às vezes inconsciente, ou até mesmo pode ser alguma coisa que o impede de ver completamente a luz de Deus.

A humildade, entretanto, se torna necessária, sobretudo quando um responsável da comunidade nos repreende de uma forma que nos pareça não muito adequado. Neste caso é preciso ter muito cuidado, porque mesmo por baixo de alguma avaliação não completamente precisa, ou até mesmo pouco feliz no seu modo de exprimir-se, quase sempre pode existir uma verdade preciosa para nós e o fato de não acolhê-la nos impedirá de crescer.

A mesma coisa poderá acontecer com as pessoas em relação às quais devemos exercer alguma responsabilidade. Quando nos dizem algo que não conseguimos aceitar a tendência humana natural seria a de nos justificarmos.

Pelo contrário, nestes casos, devemos sempre procurar escutar, ser humildes, reconhecer aquilo que nos dizem e quando houver razão procurar corrigir-se. Logicamente será necessário saber distinguir a autoridade, a função à qual fomos chamados a exercer, da nossa pessoa, entretanto, o importante é ter a humildade para com todos, porque somente assim se conseguirá realizar a verdadeira unidade.

Podemos detectar que, quase sempre, nas faltas de humildade se encontra uma das causas radicais da desunidade com Deus e com os próximos Quando existe desunidade, vocês poderão ver que existe sempre por trás a soberba, algum apego a si mesmo, ou de certo modo uma certa forma de não-humildade.

Não foi sem razão que São Paulo recomendava aos cristãos: “Considerai os outros superiores a si mesmos” (Fil 2,3). Os santos de todos os tempos nos ensinam a reconhecer-nos como os últimos, porque são eles que vêm as coisas à luz de Deus.

sábado, 7 de janeiro de 2012

Congresso Nacional 2012 - Quinto dia


Começamos este último dia com a Missa e a oração das Laudes. Após a missa, presidida por Dom Anuar Battisti, ele fez um momento de alongamento com os presentes no auditório. Então, abordou o tema do ano para o Movimento dos Focolares, que é A Palavra. Antes disso, o gen's Aodomar, do Rio Grande do Sul, partilhou de sua experiência com a Palavra de Vida do Congresso e de sua experiência no Congresso de 2010.

Abordando o tema da Palavra, dom Anuar contou um pouco de sua experiência no início de seu ministério presbiteral.

Após o intervalo, alguns gen's que fizeram a experiência da escola de espiritualidade na Casetta Ianua Coeli partilharam de suas perspectivas, de suas vidas no seminário e das dificuldades e facilidades de se levar o Ideal vivenciado na Casetta às suas casas de formação.


sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Congresso Nacional 2012 - Quarto dia




Após o café, teve a oração das Laudes, então, o diácono Anderson (de São Carlos) contou sua experiência com a Palavra de Vida. Depois, a Eloi introduziu o vídeo “Amor recíproco”, no qual Chiara falou aos gen’s no ano de 1989. Depois do intervalo, padre Alexander Duno apresentou o tema “A Igreja hoje: para onde estamos indo?” e foram abertos espaços para que os gen’s fizessem perguntas. Após o intervalo, os gen’s Fernando Steffers (Joinville) e Otaviano (Fortaleza), junto com a focolarina Erica, apresentaram suas experiências com o Amor recíproco. Após isso, os gen’s então passaram a contar suas experiências sobre a Palavra de Vida “Um só é o vosso Mestre”.

Na parte da tarde, aconteceu uma mesa redonda com formadores sobre o tema “Os seminários estão correspondendo às expectativas de hoje?”. Também abriu-se espaço para perguntas. Então, os gen’s foram divididos em grupos para partilhas e depois aconteceu a missa com Dom Anuar Battisti, arcebispo de Maringá, no Paraná.

Depois do jantar, aconteceram diversas apresentações culturais (Musicas, teatros, poesias) e uma grande confraternização logo em seguida.



quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Congresso Nacional 2012 - Terceiro dia


O dia iniciou-se com o café da manhã e, logo em seguida, no auditório, Laudes com Adoração ao Santíssimo Sacramento. Todo o dia esteve centrado no tema "Deus como Ideal". O focolarino Dorival introduziu o video ao tema "Chiara aos possíveis focolarinos e focolarinas sobre Jesus Abandonado".

Teve-se a oportunidade de ouvir a experiência de um casal sobre a realidade de Jesus Abandonado na vida matrimonial, e os desafios que essa vida pede dos casados. Essas experiências apresentaram e introduziram as experiências do diácono Tiago (Brasília) e do seminarista Thiago (Ponta Grossa - PR) sobre o escolher Deus antes de qualquer coisa. Essa experiência foi enriquecida, antes, pela experiência do padre Alexander Duno.

Após o almoço, os seminaristas e padres se dividiram em algumas oficinas de esportes. Para os seminaristas, aconteceram algumas oficinas de formação, orientadas e coordenadas pelos padres que trabalham na formação: formação humano-afetiva (com padre Germano); formação comunitária (com padre Gustavo Natividade); formação espiritual (padre Capelesso); formação pastoral-missionária (padre Mário Spaki); e formação intelectual (padre Ramiro).

O bispo de Volta Redonda-Barra do Piraí (RJ), dom Francisco Biasin,
apresentou o tema "Os desafios da formação presbiteral a partir das Diretrizes". A missa, na Igreja de Jesus Eucaristia, foi presidida por dom Francisco Biasin. Após o jantar, foi feito um encontro dos grupos por Regiões na Obra de Maria contando as experiências e as impressões sobre os dias do Congresso.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Congresso Nacional 2012 - Segundo dia




O dia de hoje foi bastante intenso. Chegamos a um total de 210 seminaristas inscritos. Após o café da manhã, o programa iniciou-se com alguns cânticos. Depois, os gen’s de Fortaleza (CE) apresentaram suas impressões de como foi chegar até o Congresso Nacional: as dificuldades, a providência, entre tantas coisas mais, junto com uma dinâmica feita com bexigas. Após essas impressões, o focolarino Diviol apresentou a história do surgimento da Palavra de Vida, com sua importância

na espiritualidade da Unidade. Após isso, o gen’s Luis Fernando apresentou a Palavra de Vida que está permeando todo o Congresso: “Um só é vosso Mestre! Nós, irmãos” (cf. Mt 23,8b).

Em um outro momento, o padre Maurílio da diocese de Assis, professor, abordou o tema “Os novos tempos que vivemos”, contextualizando a vida e a ação da Igreja nos novos tempos. Também ouviu-se a experiência do padre César, da Fazenda Esperança, como seminarista. Também assistiu-se a um vídeo sobre vocação. Após o almoço, o padre Altair fez uma introdução acerca das oficinas e apresentando os desafios de se buscar um caminho para novos tempos. Foram divididos em quatro grupos, segundo as quatro oficinas: Fé e razão; Os jovens e os valores; O imediatismo cultural; Antropologia.

Na parte da tarde Klaus Bruche, da editora Cidade Nova, apresentou o tema “A cultura que emerge do Ideal da Unidade”. Teve a missa, presidida pelo Arcebispo de Sorocaba, dom Eduardo, e cantou-se os parabéns ao padre Antonio Capelesso, responsável pela Casetta Gen’s Ianua Coeli. Após o jantar, teve-se uma primeira colocação do responsável gen’s internacional, padre Alexander Duno, que também cantou e tocou algumas canções de sua autoria. Foi uma noite intensa e rica das experiências e dos despojamentos de todos. Foi passado também um filme-documentário sobre o “Ano Sacerdotal” e alguns presentes apresentaram suas impressões e suas experiências.


terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Congresso Nacional 2012 - Primeiro dia


Hoje iniciamos o Congresso Nacional de Seminaristas, na sua quarta edição. A missa de abertura foi presidida pelo bispo de Jundiaí, Dom Vicente, com a presença de padres, diáconos e seminaristas de todas as regiões do Brasil, bem como seminaristas do Equador e do Peru. Também está em nosso meio o padre Alexander Duno, responsável pelo Movimento Geração Nova Sacerdotal (Gen's) em Roma. Junto ao Congresso, começou também a Escola Nacional de Formação, com a presença de diversos padres e diáconos do Brasil todo.

Após a celebração, Gehilda e Dorival, responsáveis pela Mariápolis Ginetta, acolheram os Congressistas no auditório, apresentando uma síntese da Mariápolis e da história do Movimento.

sábado, 31 de dezembro de 2011

Programa para o IV Congresso de Seminaristas na Mariápolis Ginetta (SP)

IV Congresso nacional de seminaristas

Mariápolis Ginetta, 03-07/01/2012

Programa

Dia 03/01/2012Terça-feira - Animadores: (Fernando e Alcioni)

Chegada: Após o almoço.

18h30 – Missa na Igreja de Jesus Eucaristia: Dom Vicente Costa

19h30 – Jantar.

20h30 – Apresentação por regiões; Saudação e acolhida (Dorival e Gehilda)

(Vídeo Chiara 2002 “O sonho de nosso tempo 14’)

Dia 04/01/2012Quarta-feira - Animadores: (Diac. Tiago e Daniel)

Das 07h30 às 08h45 – Café da manhã.

09h00 – Abertura com cantos.

09h15 – O empenho para chegarmos até aqui e o que esperamos desse Congresso (Din. dos balões): Fernando.

09h45 – Experiência como seminarista: Pe. César Fazenda Esperança.

10h15 – Os “novos tempos” que vivemos (Contextualização da vida e ação da Igreja nos “novos tempos): Pe. Maurílio.

10h30 – Intervalo.

11h00 – Como surgiu a “Palavra de Vida”, importância dessa experiência: Diviol.

11h30 – Apresentação da Palavra de Vida do Congresso: “Um só Mestre...” (Mt 23,8b): Luis Fernando

11h45 – Vídeo: “A vocação”. Introduzido por Eloi

12h30 – Almoço.

15h30 – Oficinas: Introdução: Pe. Altair

– Razão e fé: Marcos Mucheroni.

– Os jovens e os valores (busca do sentido da vida): Gilvan.

– Imediatismo cultural: Pe. Maurílio

– Antropologia: Sandra Ferreira.

16h30 – Intervalo.

17h00 – Tema: “A cultura que emerge do ideal da Unidade (partir do vídeo do Peppucio): Klaus Bruche.

18h00 – Intervalo, preparação da Missa.

18h30 – Missa com Vésperas, no Auditório: Dom Eduardo de Sorocaba

19h30 – Jantar.

20h30 – Introdução com depoimento e DVD sobre o ano Sacerdotal: Pe. Alexander Duno.

Cortes e síntese do DVD 30’ Geci

Dia 05/01/2012 Quinta-feira - Animadores: (Pe. Fabiano e Sílvio de Fortaleza)

Das 07h30 às 08h30 – café da manhã.

08h30 – Laudes e experiências da PV com adoração: Thiago de Ponta Grossa.

09h00 – Meditação DVD “O amor recíproco” Chiara aos Gens 1989. (Definir qual a parte) Intr. Fernando

Experiência de uma Família

10h15 – Intervalo.

10h40 – Tema: “A Igreja hoje: para onde estamos indo?” Pe. Alexander.

11h40 – Experiência de evangelização em Ponta Grossa (Missões Populares): Pe. Mário Spaki.

12h00 – Partilha dois a dois.

12h30 – Almoço.

13h30 – Opção para Esporte e lazer: Futebol, bocha, pingue-pongue, caminhada em trilha... Alcioni

15h30 – Oficinas: Sobre as dimensões da formação presbiteral: Introdução: Pe. Adalberto.

– Formação humano-afetiva: (Diretrizes nn. 249-266) Pe. Germano van der Meer.

– Formação comunitária: (Diretrizes nn. 267-277) Pe. Gustavo Natividade.

– Formação espiritual: (Diretrizes nn. 278-299) Pe. Antonio Capelesso.

– Formação pastoral-missionária: (Diretrizes nn. 300-310) Pe. Mário Spaki.

– Formação intelectual: (Diretrizes nn. 311-353) Pe. Ramiro Marinelli.

16h30 – Intervalo.

17h00 – Tema: “Os desafios da formação presbiteral a partir das Diretrizes: Dom Francisco Biasin

18h00 – Intervalo.

18h30 – Santa Missa na Igreja de Jesus Eucaristia: Dom Francisco Biasin.

19h30 – Jantar.

20h30 – Encontro por Regiões (Experiências dos grupos de vida e outros).

Dia 06/01/2012 Sexta-feira - Animadores: (Bruno e Geci).

Das 07h30 às 08h30 – Café da manhã.

08h30 – Laudes e experiências da PV: Diác. Anderson.

09h00 – Meditação DVD: Chiara aos possíveis foc.nos(as) JA 18/04/2003 - CZF SC1624 Intr. Dorival Spatti

10h00 – Momento de Partilha.

10h15 – Intervalo.

10h45 – Experiência sobre a escolha de Deus: Erica.

11h15 – Tema: “A escolha de Deus e não do Sacerdócio”: Pe. Alexander Duno.

12h15 – Momento de Partilha.

12h30 – Almoço.

15h30 – Mesa Redonda com formadores: “Os seminários estão correspondendo às expectativas de hoje?”:

Espiritualidade de comunhão no seminário – perfil dos seminaristas hoje) Antes ter caixa para perguntas.

Formadores: Gustavo Natividade, Altair de Ourinhos; Hipólito Gramossa; Mário Spaki; Adalberto de Joinville;

Ramiro Marinelli. (Moderador: Mário Spaki).

17h00 – Intervalo.

17h30 – Encontro de grupos. (Fernando organiza Grupos e lugares).

18h30 – Preparação da Missa.

19h00 – Missa com Vésperas, no Auditório. Dom Ercílio Turco?

20h00 – Jantar.

21h00 – Festa de Família. Coordenação de Otaviano

Dia 07/01/2012 Sábado - Animadores: (Luis Fernando e Pe. Felipe)

Das 07h30 às 08h30 – Café da manhã.

08h30 – Missa com Laudes e experiências da PV: Aodomar. Dom Anuar Battisti.

09h30 – Meditação Tema do ano: A Palavra: Dom Anuar Battisti.

Momento de partilha.

10h35 – Intervalo.

11h00 – Conclusão: “Como viver esta vida no seminário” Ligar o Congresso com a realidade deles: Capelesso e gens

Experiência de 2 gens que já fizeram a Escola Ianua Coeli: Como levar essa vida para nossas realidades.

11h30 – Tempo para impressões do Congresso, por escrito.

12h00 – Alguns partilham impressões do Congresso.

Experiência de Otaviano.

12h30 – Almoço.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Prêmio Europeu para a Vida, em memória de Chiara Lubich Movimentos europeus pela vida reunidos em Roma




Por Antonio Gaspari

ROMA, quarta-feira, 7 de dezembro de 2011 (ZENIT.org) - Um lorde inglês parente da rainha, um cardeal italiano presidente do Conselho Pontifício para a Família, um bispo romeno e outro ucraniano, o prefeito de Roma, o presidente da Comissão de Assuntos Constitucionais do Parlamento Europeu, o ministro húngaro dos Assuntos Sociais e da Família, um ex-presidente do Conselho de Ministros italiano, juntamente com representantes de movimentos pró-vida de 13 países europeus: Suécia, Romênia, Hungria, Ucrânia, Eslováquia, Alemanha, Grã-Bretanha, Espanha, Bélgica, França, Polônia, Portugal e Itália, vão se reunir em Roma, em 10 de dezembro, para comemorar o aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos e entregar o Prêmio Madre Teresa de Calcutá à memória de Chiara Lubich, fundadora do Movimento dos Focolares.

O encontro tem promoção do Movimento pela Vida (MPV) italiano e será realizado no Capitólio a partir das 16h30.

Na carta-convite, o presidente do MPV, Carlo Casini, lembrou que desde 2008 é promovido um "Prêmio Europeu pela Vida" em nome da Madre Teresa de Calcutá.

O prêmio é concedido em uma cerimônia de comemoração da Declaração Universal dos Direitos do Homem, assinada em 10 de dezembro de 1948. O mundo inteiro se lembra desse aniversário todos os anos, mas muitos esquecem do primeiro e fundamental de todos os direitos humanos: o direito à vida.

O prêmio Madre Teresa foi dado pela primeira vez em Estrasburgo à memória do professor geneticista Jerome Lejeune. Neste ano, será atribuído à memória de Chiara Lubich, fundadora do Movimento dos Focolares, associação espalhada pelo mundo que sempre deu uma contribuição extraordinária à causa da vida.

Na manhã de 10 de dezembro, representantes do Movimento Europeu para a Vida se reunirão para coordenar forças visando o reconhecimento da pessoa desde a concepção.

Em dezembro de 2009, com outros movimentos pró-vida europeus, o MPV italiano entregou 500.000 assinaturas ao Presidente do Parlamento Europeu para que na interpretação da Carta dos Direitos Fundamentais fosse reconhecido o direito à vida de cada ser humano da concepção até a morte natural. Segundo o presidente do MPV, este gesto teve um efeito positivo.

O Tratado de Lisboa oferece agora uma oportunidade maior, porque um milhão de pessoas podem pedir um ato de valor jurídico à Comissão Europeia sobre o mesmo assunto. A Comissão não pode ignorar a questão e os organizadores devem ser ouvidos nas instituições europeias.

O reconhecimento da pessoa desde a concepção tem um valor jurídico e social de referência para dar um basta ao dramático número de abortos que vem gerando há décadas o “fenômeno dos berços vazios”.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

PdC - Dezembro de 2011

Como já tivemos ocasião de refletir em números anteriores, a Igreja está fortemente convencida da necessidade de uma nova evangelização. A recente criação do Pontifício Conselho para a promoção da nova evangelização e a convocação do próximo Sínodo dos Bispos para aprofundar “a nova evangelização para a transmissão da fé cristã” o atestam claramente.