“Cristo, único fundamento da Igreja.” (Cf. 1Cor 3,11)
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quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Prêmio Europeu para a Vida, em memória de Chiara Lubich Movimentos europeus pela vida reunidos em Roma




Por Antonio Gaspari

ROMA, quarta-feira, 7 de dezembro de 2011 (ZENIT.org) - Um lorde inglês parente da rainha, um cardeal italiano presidente do Conselho Pontifício para a Família, um bispo romeno e outro ucraniano, o prefeito de Roma, o presidente da Comissão de Assuntos Constitucionais do Parlamento Europeu, o ministro húngaro dos Assuntos Sociais e da Família, um ex-presidente do Conselho de Ministros italiano, juntamente com representantes de movimentos pró-vida de 13 países europeus: Suécia, Romênia, Hungria, Ucrânia, Eslováquia, Alemanha, Grã-Bretanha, Espanha, Bélgica, França, Polônia, Portugal e Itália, vão se reunir em Roma, em 10 de dezembro, para comemorar o aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos e entregar o Prêmio Madre Teresa de Calcutá à memória de Chiara Lubich, fundadora do Movimento dos Focolares.

O encontro tem promoção do Movimento pela Vida (MPV) italiano e será realizado no Capitólio a partir das 16h30.

Na carta-convite, o presidente do MPV, Carlo Casini, lembrou que desde 2008 é promovido um "Prêmio Europeu pela Vida" em nome da Madre Teresa de Calcutá.

O prêmio é concedido em uma cerimônia de comemoração da Declaração Universal dos Direitos do Homem, assinada em 10 de dezembro de 1948. O mundo inteiro se lembra desse aniversário todos os anos, mas muitos esquecem do primeiro e fundamental de todos os direitos humanos: o direito à vida.

O prêmio Madre Teresa foi dado pela primeira vez em Estrasburgo à memória do professor geneticista Jerome Lejeune. Neste ano, será atribuído à memória de Chiara Lubich, fundadora do Movimento dos Focolares, associação espalhada pelo mundo que sempre deu uma contribuição extraordinária à causa da vida.

Na manhã de 10 de dezembro, representantes do Movimento Europeu para a Vida se reunirão para coordenar forças visando o reconhecimento da pessoa desde a concepção.

Em dezembro de 2009, com outros movimentos pró-vida europeus, o MPV italiano entregou 500.000 assinaturas ao Presidente do Parlamento Europeu para que na interpretação da Carta dos Direitos Fundamentais fosse reconhecido o direito à vida de cada ser humano da concepção até a morte natural. Segundo o presidente do MPV, este gesto teve um efeito positivo.

O Tratado de Lisboa oferece agora uma oportunidade maior, porque um milhão de pessoas podem pedir um ato de valor jurídico à Comissão Europeia sobre o mesmo assunto. A Comissão não pode ignorar a questão e os organizadores devem ser ouvidos nas instituições europeias.

O reconhecimento da pessoa desde a concepção tem um valor jurídico e social de referência para dar um basta ao dramático número de abortos que vem gerando há décadas o “fenômeno dos berços vazios”.

quinta-feira, 26 de maio de 2011

quarta-feira, 20 de abril de 2011

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Viver vale a pena

Você estaria diposto a gerar um filho se lhe fosse revelado que ele morreria de uma doença grave aos 18 anos? Já ouvi alguma vez que há casais que, por temerem o nascimento de filhos com alguma anomalia, negam-se a gerá-los. Acabo de conhecer a história de uma linda jovem que morreu em conseqüência de um câncer que aos poucos foi invadindo todos os seus ossos. Seus pais, Maria Tereza e Ruggero, moradores de uma pequena cidade, - Sasselo -, a sessenta quilômetros de Gênova, Itália, depois de 10 anos de casados, pediram a Nossa Senhora a graça de um filho. Veio uma filha (1971) que recebeu, no batismo, o nome de Chiara Badano. Cresceu banhada pelo carinho e alimentada pela fé de seus pais.

Aos nove anos conheceu o movimento dos Focolares, movimento nascido do coração de outra Chiara, a Lubich, em plena guerra. Começou a participar do gen 3 de Gênova. Um dia disse à sua mãe preocupada por deixá-la sozinha para um desses encontros: “Mamãe, eu não estou sozinha, Jesus está aqui”. A menina foi crescendo em idade e graça. Aos doze anos, depois de ter participado de um Congresso do gen 3, escreveu a Chiara Lubich: “Redescobri Jesus abandonado de um modo especial e o senti em cada próximo que passava a meu lado” e algum tempo depois: “Descobri que Jesus abandonado é a chave da unidade com Deus e quero escolhê-lo como meu primeiro esposo e preparar-me para quando Ele vier”. Tornou-se uma dolescente feliz, com muitos(as) amigos(as). Jogando tênis - era o final do verão europeu de 1988 -, sentiu uma dor muito forte nas costas.

Mais tarde foi diagnosticado: sarcoma osteogênico com metástase. Veio a cirurgia com as quimioterapias. O médico lhe disse que perderia os cabelos. Foi quando tomou consciência da gravidade da doença. Sua mãe conta: “perguntei-lhe como tinha sido. E ela: ‘agora, não. Não fale agora e jogou-se na cama com os olhos fechados. Ficou assim vinte e cinco minutos...Depois ela voltou e me sorriu: ‘agora pode falar’. Ela conseguiu! Disse novamente seu sim”. E não voltou mais atrás. Os dois anos que se seguiram foram de dores e de graça. Passo ao leitor palavras de jovem Chiara durante a enfermidade. Escreveu a Chiara Lubich: “Jesus me mandou esta doença no momento certo. Mandou para que eu o encontrasse”. Seu último Natal foi no hospital. Visitando-a, o bispo de Turim lhe perguntou: como você consegue essa luz maravilhosa nos olhos e ela: “procuro amar Jesus”. Escreveu assim aos companheiros do gen 3 de Gênova: “Sinto muito forte a unidade de vocês, o dom de vocês, as orações de vocês que me possibilitam renovar o meu ‘sim ‘, a cada momento”.

Certa feita, devendo passar por uma pequena cirurgia, com anestesia local,sentiu muito medo.E conta: “uma senhora, linda, linda, com um sorriso luminosíssimo, aproximou-se, segurou minha mão e me encorajou”. Pensou ser uma senhora do movimento. Mas, aquela senhora. como viera, desaparecera. “No entanto, uma alegria intensa me invadiu”. A doença avançava implacavelmente. E ela: “Se eu tivesse de escolher entre caminhar - ela estava paralisada no leito - ou ir para o paraíso, escolheria sem hesitar ir para o paraíso. A essa altura é o que me interessa...Mas tomo cuidado em dizer isso, porque talvez pensem que eu queira ir embora para não sofrer mais. Não é bem assim. Quero ir ter com Jesus”.

Os últimos meses, ela os passou em seu quarto em Sasselo, de onde falava por telefone com os amigos do gen 3. Um dia sofreu forte hemorragia e esteve às portas da morte. Foi quando disse: “Não derramem lágrimas por mim. Eu vou para Jesus, começar uma outra vida. No meu funeral não quero gente chorando, mas gente cantando bem alto. Ontem, eu estive lá, na soleira da porta, mas a porta ainda não se abriu”. Ela pediu a Chiara Lubich que lhe desse um nome novo e Chiara lhe escreveu: “Chiara Luce é o nome que pensei para você. É a luz do ideal (da unidade) que vence o mundo”.

Consciente de que caminhava para o paraíso, afirmou: “não vejo a hora de chegar ao paraíso...”, e conversou com a mãe como deveria ser seu funeral: queria ser sepultada com vestes de núpcias, pois aprendera que Jesus era o esposo que vinha a seu encontro. São suas essas palavras: “mamãe, quando estiver me preparando no meu leito de morte, repita sempre: ‘agora, Chiara Luce está vendo Jesus’”. As córneas de seus olhos - era o que restava de saudável em seu pobre corpo -, ela as doou antes de morrer. No final quis ficar a sós com o seus e se despediu - 07.10.1990 - assim de sua mãe : “Tchau, seja feliz porque eu sou feliz”.

Meu pensamento final: quem não crê em Deus e na vida eterna tem razão de não querer filhos. Por que tê-los, se morrerão um dia? Esta vida é boa porque é caminho para uma plenitude sem fim. Chiara Luce será proclamada bem-aventurada no dia 26 de setembro deste ano. Seus pais estarão presentes na solenidade.

Dom Eduardo Benes de Sales Rodrigues.

Fonte: Site da CNBB.

sábado, 14 de agosto de 2010

Romaria no Paraná refletirá situação dos quilombolas


No próximo dia 15, o município de Adrianópolis, pertencente à diocese de Paranaguá, acolherá a 25ª Romaria da Terra. No ano em que comemora o jubileu de romarias busca-se o aprofundamento da comunhão com os povos quilombolas.

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sexta-feira, 9 de julho de 2010

Congresso Missionário Nacional reúne 160 seminaristas em Brasília


Neste domingo (4) teve início em Brasília o 1º Congresso Missionário Nacional para Seminaristas que reúne 160 seminaristas de todo o Brasil, e alguns formadores e é organizado pelas Pontifícias Obras Missionárias (POM), pelo Centro Cultura Missionário (CCM) e pelas Comissões para Animação Missionária e para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada, ambas da CNBB. O encontro prossegue até sábado, e vai debater a formação missionária dos futuros sacerdotes.

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terça-feira, 1 de junho de 2010

O papel dos Carismas e Movimentos

Durante a recente viagem em Portugal, Bento XVI voltou a falar sobre o contributo dos Movimentos à vida da Igreja hoje, em continuidade com o ensinamento do seu predecessor e referindo-se também à sua própria experiência pessoal.

sexta-feira, 14 de maio de 2010

XVI CEN: Vos darei pastores segundo o meu coração



Convite ao Clero brazileiro se concretiza com a presença de mil padres reunidos no Centro de Convenções.

quinta-feira, 6 de maio de 2010

XVI Congresso Eucarístico Nacional


Em 2010, Brasília estará em festa. Não só pelos 50 anos de fundação da cidade, como também pelo Jubileu da Arquidiocese de Brasília e pela realização de mais um grande evento eucarístico na capital federal. O XVI Congresso Eucarístico Nacional (CEN) será realizado de 13 a 16 de maio e terá como tema Eucaristia, pão da unidade dos discípulos missionários e por lema Fica conosco, Senhor! (cf. Lc 24,29).

quarta-feira, 5 de maio de 2010

1º CONGRESSO MISSIONÁRIO NACIONAL DE SEMINARISTAS

Nestes últimos anos no Brasil, muitos seminaristas maiores revelaram-se particularmente sensíveis à questão missionária. Há cinco anos o Centro Cultural Missionário de Brasília vem organizando cursos de formação missionária, com a finalidade de introduzi-los ao estudo da teologia da missão, mediante a abordagem de questões fundamentais, fortalecê-los em sua consciência missionária e iniciá-los a uma prática evangelizadora próxima, inculturada, com horizonte universal.