“Cristo, único fundamento da Igreja.” (Cf. 1Cor 3,11)

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Congresso Nacional 2012 - Primeiro dia


Hoje iniciamos o Congresso Nacional de Seminaristas, na sua quarta edição. A missa de abertura foi presidida pelo bispo de Jundiaí, Dom Vicente, com a presença de padres, diáconos e seminaristas de todas as regiões do Brasil, bem como seminaristas do Equador e do Peru. Também está em nosso meio o padre Alexander Duno, responsável pelo Movimento Geração Nova Sacerdotal (Gen's) em Roma. Junto ao Congresso, começou também a Escola Nacional de Formação, com a presença de diversos padres e diáconos do Brasil todo.

Após a celebração, Gehilda e Dorival, responsáveis pela Mariápolis Ginetta, acolheram os Congressistas no auditório, apresentando uma síntese da Mariápolis e da história do Movimento.

sábado, 31 de dezembro de 2011

Programa para o IV Congresso de Seminaristas na Mariápolis Ginetta (SP)

IV Congresso nacional de seminaristas

Mariápolis Ginetta, 03-07/01/2012

Programa

Dia 03/01/2012Terça-feira - Animadores: (Fernando e Alcioni)

Chegada: Após o almoço.

18h30 – Missa na Igreja de Jesus Eucaristia: Dom Vicente Costa

19h30 – Jantar.

20h30 – Apresentação por regiões; Saudação e acolhida (Dorival e Gehilda)

(Vídeo Chiara 2002 “O sonho de nosso tempo 14’)

Dia 04/01/2012Quarta-feira - Animadores: (Diac. Tiago e Daniel)

Das 07h30 às 08h45 – Café da manhã.

09h00 – Abertura com cantos.

09h15 – O empenho para chegarmos até aqui e o que esperamos desse Congresso (Din. dos balões): Fernando.

09h45 – Experiência como seminarista: Pe. César Fazenda Esperança.

10h15 – Os “novos tempos” que vivemos (Contextualização da vida e ação da Igreja nos “novos tempos): Pe. Maurílio.

10h30 – Intervalo.

11h00 – Como surgiu a “Palavra de Vida”, importância dessa experiência: Diviol.

11h30 – Apresentação da Palavra de Vida do Congresso: “Um só Mestre...” (Mt 23,8b): Luis Fernando

11h45 – Vídeo: “A vocação”. Introduzido por Eloi

12h30 – Almoço.

15h30 – Oficinas: Introdução: Pe. Altair

– Razão e fé: Marcos Mucheroni.

– Os jovens e os valores (busca do sentido da vida): Gilvan.

– Imediatismo cultural: Pe. Maurílio

– Antropologia: Sandra Ferreira.

16h30 – Intervalo.

17h00 – Tema: “A cultura que emerge do ideal da Unidade (partir do vídeo do Peppucio): Klaus Bruche.

18h00 – Intervalo, preparação da Missa.

18h30 – Missa com Vésperas, no Auditório: Dom Eduardo de Sorocaba

19h30 – Jantar.

20h30 – Introdução com depoimento e DVD sobre o ano Sacerdotal: Pe. Alexander Duno.

Cortes e síntese do DVD 30’ Geci

Dia 05/01/2012 Quinta-feira - Animadores: (Pe. Fabiano e Sílvio de Fortaleza)

Das 07h30 às 08h30 – café da manhã.

08h30 – Laudes e experiências da PV com adoração: Thiago de Ponta Grossa.

09h00 – Meditação DVD “O amor recíproco” Chiara aos Gens 1989. (Definir qual a parte) Intr. Fernando

Experiência de uma Família

10h15 – Intervalo.

10h40 – Tema: “A Igreja hoje: para onde estamos indo?” Pe. Alexander.

11h40 – Experiência de evangelização em Ponta Grossa (Missões Populares): Pe. Mário Spaki.

12h00 – Partilha dois a dois.

12h30 – Almoço.

13h30 – Opção para Esporte e lazer: Futebol, bocha, pingue-pongue, caminhada em trilha... Alcioni

15h30 – Oficinas: Sobre as dimensões da formação presbiteral: Introdução: Pe. Adalberto.

– Formação humano-afetiva: (Diretrizes nn. 249-266) Pe. Germano van der Meer.

– Formação comunitária: (Diretrizes nn. 267-277) Pe. Gustavo Natividade.

– Formação espiritual: (Diretrizes nn. 278-299) Pe. Antonio Capelesso.

– Formação pastoral-missionária: (Diretrizes nn. 300-310) Pe. Mário Spaki.

– Formação intelectual: (Diretrizes nn. 311-353) Pe. Ramiro Marinelli.

16h30 – Intervalo.

17h00 – Tema: “Os desafios da formação presbiteral a partir das Diretrizes: Dom Francisco Biasin

18h00 – Intervalo.

18h30 – Santa Missa na Igreja de Jesus Eucaristia: Dom Francisco Biasin.

19h30 – Jantar.

20h30 – Encontro por Regiões (Experiências dos grupos de vida e outros).

Dia 06/01/2012 Sexta-feira - Animadores: (Bruno e Geci).

Das 07h30 às 08h30 – Café da manhã.

08h30 – Laudes e experiências da PV: Diác. Anderson.

09h00 – Meditação DVD: Chiara aos possíveis foc.nos(as) JA 18/04/2003 - CZF SC1624 Intr. Dorival Spatti

10h00 – Momento de Partilha.

10h15 – Intervalo.

10h45 – Experiência sobre a escolha de Deus: Erica.

11h15 – Tema: “A escolha de Deus e não do Sacerdócio”: Pe. Alexander Duno.

12h15 – Momento de Partilha.

12h30 – Almoço.

15h30 – Mesa Redonda com formadores: “Os seminários estão correspondendo às expectativas de hoje?”:

Espiritualidade de comunhão no seminário – perfil dos seminaristas hoje) Antes ter caixa para perguntas.

Formadores: Gustavo Natividade, Altair de Ourinhos; Hipólito Gramossa; Mário Spaki; Adalberto de Joinville;

Ramiro Marinelli. (Moderador: Mário Spaki).

17h00 – Intervalo.

17h30 – Encontro de grupos. (Fernando organiza Grupos e lugares).

18h30 – Preparação da Missa.

19h00 – Missa com Vésperas, no Auditório. Dom Ercílio Turco?

20h00 – Jantar.

21h00 – Festa de Família. Coordenação de Otaviano

Dia 07/01/2012 Sábado - Animadores: (Luis Fernando e Pe. Felipe)

Das 07h30 às 08h30 – Café da manhã.

08h30 – Missa com Laudes e experiências da PV: Aodomar. Dom Anuar Battisti.

09h30 – Meditação Tema do ano: A Palavra: Dom Anuar Battisti.

Momento de partilha.

10h35 – Intervalo.

11h00 – Conclusão: “Como viver esta vida no seminário” Ligar o Congresso com a realidade deles: Capelesso e gens

Experiência de 2 gens que já fizeram a Escola Ianua Coeli: Como levar essa vida para nossas realidades.

11h30 – Tempo para impressões do Congresso, por escrito.

12h00 – Alguns partilham impressões do Congresso.

Experiência de Otaviano.

12h30 – Almoço.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Prêmio Europeu para a Vida, em memória de Chiara Lubich Movimentos europeus pela vida reunidos em Roma




Por Antonio Gaspari

ROMA, quarta-feira, 7 de dezembro de 2011 (ZENIT.org) - Um lorde inglês parente da rainha, um cardeal italiano presidente do Conselho Pontifício para a Família, um bispo romeno e outro ucraniano, o prefeito de Roma, o presidente da Comissão de Assuntos Constitucionais do Parlamento Europeu, o ministro húngaro dos Assuntos Sociais e da Família, um ex-presidente do Conselho de Ministros italiano, juntamente com representantes de movimentos pró-vida de 13 países europeus: Suécia, Romênia, Hungria, Ucrânia, Eslováquia, Alemanha, Grã-Bretanha, Espanha, Bélgica, França, Polônia, Portugal e Itália, vão se reunir em Roma, em 10 de dezembro, para comemorar o aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos e entregar o Prêmio Madre Teresa de Calcutá à memória de Chiara Lubich, fundadora do Movimento dos Focolares.

O encontro tem promoção do Movimento pela Vida (MPV) italiano e será realizado no Capitólio a partir das 16h30.

Na carta-convite, o presidente do MPV, Carlo Casini, lembrou que desde 2008 é promovido um "Prêmio Europeu pela Vida" em nome da Madre Teresa de Calcutá.

O prêmio é concedido em uma cerimônia de comemoração da Declaração Universal dos Direitos do Homem, assinada em 10 de dezembro de 1948. O mundo inteiro se lembra desse aniversário todos os anos, mas muitos esquecem do primeiro e fundamental de todos os direitos humanos: o direito à vida.

O prêmio Madre Teresa foi dado pela primeira vez em Estrasburgo à memória do professor geneticista Jerome Lejeune. Neste ano, será atribuído à memória de Chiara Lubich, fundadora do Movimento dos Focolares, associação espalhada pelo mundo que sempre deu uma contribuição extraordinária à causa da vida.

Na manhã de 10 de dezembro, representantes do Movimento Europeu para a Vida se reunirão para coordenar forças visando o reconhecimento da pessoa desde a concepção.

Em dezembro de 2009, com outros movimentos pró-vida europeus, o MPV italiano entregou 500.000 assinaturas ao Presidente do Parlamento Europeu para que na interpretação da Carta dos Direitos Fundamentais fosse reconhecido o direito à vida de cada ser humano da concepção até a morte natural. Segundo o presidente do MPV, este gesto teve um efeito positivo.

O Tratado de Lisboa oferece agora uma oportunidade maior, porque um milhão de pessoas podem pedir um ato de valor jurídico à Comissão Europeia sobre o mesmo assunto. A Comissão não pode ignorar a questão e os organizadores devem ser ouvidos nas instituições europeias.

O reconhecimento da pessoa desde a concepção tem um valor jurídico e social de referência para dar um basta ao dramático número de abortos que vem gerando há décadas o “fenômeno dos berços vazios”.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

PdC - Dezembro de 2011

Como já tivemos ocasião de refletir em números anteriores, a Igreja está fortemente convencida da necessidade de uma nova evangelização. A recente criação do Pontifício Conselho para a promoção da nova evangelização e a convocação do próximo Sínodo dos Bispos para aprofundar “a nova evangelização para a transmissão da fé cristã” o atestam claramente.

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Palavra de Vida - Dezembro 2011

“Preparai o caminho do Senhor, endireitai as veredas para Ele.” (Lc 3,4)

Neste período do Advento, eis aqui uma nova “palavra” que somos convidados a viver. O evangelista Lucas toma-a de Isaías, o profeta da consolação. Para os primeiros cristãos, ela era referida a João Batista, que precedeu Jesus.

E a Igreja, nessa época que antecede o Natal, ao apresentar-nos justamente o Precursor, convida-nos à alegria, porque o Batista é como um mensageiro que anuncia o Rei. Com efeito, esse Rei está para vir. Aproxima-se o tempo em que Deus realiza suas promessas, perdoa os pecados, doa a salvação.

sábado, 19 de novembro de 2011

O meu relacionamento com Maria


Castelgandolfo, abril de 2003

É a minha função neste momento expor algumas idéias sobre o meu relacionamento com Maria e o rosário.


Muitos certamente me conhecem. Mas para aqueles que não me conhecem, creio que seja necessário me apresentar.

Sou Pasquale Foresi, primeiro sacerdote do Movimento dos Focolares, ordenado por Dom Carlo de Ferrari, em 1954, em Trento, onde nasceu esta Obra.

Por ser sacerdote, eu fui encarregado de ter os primeiros contatos do Movimento com a Santa Sé.

Outra função especial foi aquela de seguir, como membro do Centro da Obra, o desenvolvimento do Movimento no mundo e colaborar, diretamente com Chiara, na redação dos vários Estatutos. Pude também dar vida e seguir obras concretas a serviço do Movimento, tais como o Centro Mariápolis para a formação dos membros em Rocca di Papa, a Mariápolis permanente de testemunho em Loppiano, a Editora Cidade Nova em Roma e outras obras que foram se multiplicando no mundo.

E agora conto algo sobre a pequena história do meu relacionamento com Maria e o Rosário, história que, a meu ver, como outras que aqui são contadas, não pode deixar de fazer referência a uma vastíssima realidade que num Congresso Mariano, como é o nosso, é preciso mencionar: o perfil mariano da Igreja. De que se trata?

O teólogo Hans Urs Von Balthasar afirma que Jesus ressuscitado, presente aqui na Terra na Igreja até a consumação dos tempos, de alguma forma, deve estar circundado por aquelas figuras que estavam com ele durante a sua vida terrena. Não só pela figura de Pedro, por exemplo, que é representado pelo Papa, mas também por outros, tal como Paulo, João, Tiago, por exemplo, e Maria. Com cada um deles Jesus tem um relacionamento preciso e, com Maria, é muito especial.
É o que diz João Paulo II na Mulieris dignitatem, quando afirma que o perfil mariano é «tão fundamental e caracterizador – se não for mais – quanto o perfil apostólico e petrino, ao qual está profundamente unido». Aliás, numa alocução dirigida em 1987 aos cardeais e aos prelados da Cúria Romana se lê: «Maria precede qualquer pessoa e, obviamente, inclusive Pedro e os Apóstolos... A Igreja – continua João Paulo II – vive deste autêntico "perfil mariano", desta "dimensão mariana"... O vínculo (entre o perfil mariano e petrino) é estreito, profundo e complementar...».

O perfil mariano é evidente na santidade dos beatos, dos místicos e dos fundadores. Vem em relevo também quando um novo impulso profético desabrocha na Igreja, como, por exemplo, as Ordens Religiosas ou os novos Movimentos eclesiais. É o que se vê ainda no empenho dos leigos em "cristificar" o mundo e não só.

O perfil mariano está presente, portanto, também nos Movimentos.

O próprio Urs von Balthasar faz essa menção, citando pessoas já falecidas e outras ainda viva, portadoras de carismas.

Mencionando explicitamente o Movimento dos Focolares, ele enfatiza os diálogos, especialmente com fiéis de outras religiões, como com os budistas (o mais difícil, na sua opinião) e com os que não crêem.

E aqui surge uma pergunta: se inclusive as nossas realidades eclesiais são uma expressão do perfil mariano da Igreja, por que não podemos supor que quem delas fazem parte não tenha um relacionamento privilegiado com Maria, a mãe carismática por excelência? É o que também eu espero.

Se for assim, é mais fácil compreender a origem das nossas experiências. Falar de Maria e do Rosário, na minha vida, é relembrar o período em que, quando eu tinha dois ou três anos, aprendi dos meus pais a recitar o pai-nosso e a ave-maria. Ainda lembro do entusiasmo e dos afagos que me faziam quando, admirados, viam que eu recordava exatamente de todas as palavras dessas orações.

São muitos os episódios que revelem o meu relacionamento com Maria. Por exemplo, sempre aos três anos, eu recitava a ave-maria em público diante de um presépio, como tinham me pedido. Ou mais tarde, orgulhoso por participar dos momentos de oração dos adultos, eu recitei com a minha família o rosário. Ou ainda, quando superei brilhantemente um exame difícil para mim, após ter pedido a ajuda de Maria.

Da época do ensino superior, eu não me lembro de nada. Porém, lembro que quando eu tinha 15 anos – para a grande preocupação dos meus –, saí de casa, atraído por um Ideal: combater pela Itália. Estive longe da minha família por quase dois anos. De dia eu dormia e de noite eu fazia sentinela.

Visto que o tempo não passava, comecei a recitar o rosário. Eu o fiz por várias noites. E aconteceu algo singular: eu me senti transportado, como se o céu me envolvesse e me iluminasse. Eu pensei, então, que aqueles que trabalhavam de noite e recitavam o rosário, fizessem a minha mesma experiência.

Só depois de algum tempo é que percebi que terá sido uma graça especial, porque, junto com o desejo de rezar, nasceu em mim a vontade de consagrar-me completamente a Deus. Eu me sentia indigno, mas Maria me ajudou.

De fato, tendo lido a vida de Santo Inácio de Loiola, o qual, sendo também ele militar, a certa altura quis doar-se a Deus, eu pensei em fazer o mesmo. Voltei para casa e primeiro entrei para o seminário de Pistóia, depois estudei no Colégio Caprânica, em Roma.

Eu estava contente e satisfeito com a minha escolha. A certa altura, porém, não é que tive uma crise de fé, mas mudei de idéia. Recordo que li com grande interesse o Evangelho. A certa altura, confrontando- me com ele (era o período pré-conciliar; depois, o Concílio trouxe uma grande e maravilhosa renovação) tive a impressão de que a Igreja não era o que devia ser. Eu não sabia se conseguiria ser sacerdote com esta dificuldade no coração e interrompi momentaneamente os estudos.

Nesse período, conheci o Movimento dos Focolares, que teria assumido o nome oficial de Obra de Maria. Era uma nova realidade carismática que, como muitas outras, o Espírito Santo suscita no tempo para fazer amadurecer na Igreja a autenticidade e o radicalismo da vida evangélica. De fato, eu notava nas pessoas que pertenciam ao Movimento uma fé absoluta na nossa Igreja católica e, ao mesmo tempo, uma vida evangélica radical. Compreendi assim que aquele era o meu lugar e a idéia de ser sacerdote logo voltou.

Também nessa ocasião Maria não estava ausente.

Em 1954, quando eu estava fazendo os exercícios espirituais, prescritos para me tornar sacerdote, estive num convento para me preparar. Eu me sentia só, pois estava longe do Movimento e do focolare, onde, pelo nosso amor recíproco, havia Jesus em meio. Portanto, experimentei o desânimo e o gelo. Mas também ali tive uma impressão forte. Uma experiência espiritual tão bela que iluminou toda a minha vida.

Depois, a oração do rosário me ajudou muito a realizar, como sacerdote, a função de ser um ponto de contato entre o Movimento e a Igreja a fim de obter a sua aprovação. Quando encontrava dificuldades, eu dizia: «É preciso rezar mais!» E rezar significava recitar o rosário.

Ainda hoje o rosário é uma oração especial para mim. Sou grato a Maria, porque quase sempre, quando recito o rosário, sinto crescer em mim a união com Deus, de forma que depois de ter recitado os quatro mistérios, sinto vontade de recomeçá- los. Não o faço para não sobrecarregar, com um maior número de orações, a vida dos meus companheiros.

Ultimamente eu tinha me perguntei porque razão o Papa ainda não tinha escrito um documento sobre o rosário, visto que outros papas o tinham feito. Exatamente naqueles dias, João Paulo II anunciou que teria dedicado um documento ao rosário. Aliás, teria acrescentado os cinco mistérios luminosos.

Depois de mim, muitos outros focolarinos tornaram-se sacerdotes a serviço da Obra de Maria. Se podemos e devemos dar a nós mesmos uma definição, ela seria: «ser sacerdotes de Maria». De fato, sentimos que a nossa função é «levar – como São João – Maria para casa». E isso quer dizer, como explicou João Paulo II na sua Encíclica Redemptoris Mater, agir como o apostolo predileto, que acolhe «entre as suas coisas próprias» a Mãe de Cristo e a introduz em todo o espaço da própria vida interior, isto é, no seu "eu" humano e cristão11.
Assim. E ainda «levar Maria para casa», guardando no coração, protegendo e enriquecendo, com a graça de Deus, o tesouro da sua presença na Obra de Maria.

Terminei.

Que Deus faça com que o nosso Movimento, com todas as outras realidades eclesiais que são expressões do perfil mariano, seja cada vez mais digno de representar Maria na Igreja e no mundo!

Padre Foresi

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

PdC-Novembro 2011




A vida da Igreja no mundo de hoje é repleta de desafios. No entanto, se a contemplarmos com o olhar de Deus que é Amor, perceberemos que, em cada um destes desafios está contido um chamado e uma nova oportunidade: o convite a uma grande renovação. Neste número de Perspectivas de Comunhão publicaremos algumas reflexões sobre a “nova evangelização”, apresentadas por ocasião do Congresso Sacerdotal realizado de 17 a 20 de outubro de 2011, na Mariápolis Ginetta.

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